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Região da Pampulha tornou-se a 'menina dos olhos' de quem quer investir comprando um imóvel

domingo, 28 de outubro de 2012

Cidade Administrativa e obras concluídas e em execução justificam a alavancagem de negócios imobiliários
Instalação da Cidade Administrativa, expansão do Aeroporto Internacional Tancredo Neves e obras, obras e mais obras. São inúmeros os motivos que justificam a alavancagem do mercado imobiliário da Zona Norte de Belo Horizonte, com destaque para os bairros da Região da Pampulha.

Esquecida durante anos pelo poder público e iniciativa privada pela dificuldade de acesso, hoje é a 'menina dos olhos' daqueles que desejam investir em imóveis. As intervenções nas avenidas Antônio Carlos e Pedro I estão melhorando o sistema viário e de transporte dos bairros e abriram as portas da região, que oferece tranquilidade, belo visual, formado pela orla da lagoa, jardins de Burle Marx e o conjunto arquitetônico assinado por Oscar Niemeyer. 'As mudanças em todo o Vetor Norte despertaram nos belo-horizontinos o interesse de morar na região', afirma o diretor de Projetos do Sinduscon-MG, Renato Machado Michel, justificando a valorização desses bairros.

O diretor de Projetos do Sindicato da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Renato Machado Michel, cita a Pesquisa de Comercialização de Imóveis Novos em Belo Horizonte, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), para comprovar  o aquecimento do mercado. Em julho deste ano, pelo menos 601 unidades estava à venda em 16 bairros da Região da Pampulha; no mesmo período de 2011, foram 415.

Basta um simples passeio pela região para saber que o mercado da construção civil está aquecido por lá. O cardápio de opções atende a todos os públicos: prédios pequenos, grandes e condomínios de luxo, com apartamentos de dois quartos, sem suítes, quatro ou cinco quartos, com mais de uma suíte. E, para morar em um prédio com área de lazer, não é preciso pagar muito mais.

Entrave
A escassez de lotes, como no restante da capital, é entrave ao maior crescimento da região, mesmo sendo possível encontrar terrenos disponíveis. O metro quadrado de lote na região custa, em média, R$ 1 mil.

De acordo com levantamento realizado pela Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), nos bairros São Luiz e Bandeirantes o valor médio de lotes é R$ 800. Essa desvalorização deve-se à Lei de Uso e Ocupação do Solo e Ocupação do Solo, ao permitir somente construção de casas. Para áreas construídas, o valor do metro quadrado varia entre R$ 5 mil e R$ 6 mil. Uma casa é vendida, em média, por R$ 2 milhões.

Em bairros como Ouro Preto, onde é autorizada a construção de prédios, o metro quadrado do lote está avaliado em R$ 1 mil; em áreas construídas, R$ 5 mil. Segundo o presidente da CMI/Secovi-MG, Evandro Negrão de Lima Júnior, a lei da oferta e demanda influencia os preços na região. O espaço, teve valorização de R$ 1 mil sobre o m² nos últimos anos



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