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Caixa atinge em outubro R$ 80,2 bi de crédito imobiliário; mesmo patamar de 2011

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Volume representa o total registrado em todo o ano de 2011

A Caixa Econômica Federal alcançou R$ 80,2 bilhões em contratações de crédito imobiliário em 2012, até o último dia 23 de outubro. Segundo a Caixa, o volume representa o total registrado em todo o ano de 2011 e corresponde a um crescimento de 36,2% em relação ao mesmo período no ano passado, quando realizou R$ 58,8 bilhões. Do total do crédito imobiliário, R$ 35,7 bilhões são recursos da poupança. A expectativa do banco para o fim de 2012 é atingir a marca recorde de R$ 100 bilhões de empréstimos para a casa própria.

A instituição financeira afirmou, ainda, que ampliou a participação no mercado imobiliário nas aplicações com recursos da poupança neste ano, chegando a 55,4% de participação no mês passado. Até o dia 23 de outubro, as linhas com recursos da poupança registraram R$ 35,7 bilhões.

No Rio de Janeiro, foram financiados 63.821 imóveis, no valor de R$ 7,7 bilhões, um crescimento de 43,1% em relação ao mesmo período do ano passado. As linhas de crédito com recursos do SBPE alcançaram mais de R$ 4,7 bilhões, com 21.364 contratações, enquanto que as operações do FGTS e outras fontes de recursos somaram R$ 3 bilhões (42.457 unidades habitacionais).

Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, o crescimento histórico nos empréstimos imobiliários também pode ser associado ao Programa Caixa Melhor Crédito, lançado pelo banco em abril deste ano, que teve como pilares a redução acentuada das taxas de juros, o aumento do volume de recursos disponíveis ao mercado, a valorização dos clientes – atuais e novos – e a orientação para o crédito consciente, além da melhoria na eficiência operacional.

Com o Programa Caixa Melhor Crédito, a instituição financeira reduziu as taxas de juros do crédito imobiliário em até 21% e, para as operações com recursos da poupança, aumentou o prazo de financiamento, de 30 para 35 anos.

“Essas mudanças ampliaram a capacidade de pagamento das famílias que podem, agora, comprar imóveis maiores e melhores, com a mesma renda pagando menos juros. Fator que, associado às constantes melhorias operacionais, vem ampliando nossa capacidade de atendimento", afirma Urbano.

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