Pesquize em toda a Web

Mudança na remuneração da caderneta de poupança não trará problemas para o mercado imobiliário, avaliam especialistas

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Além de deixar de ser uma trava para a queda dos juros, alteração levará a um corte nos custos de financiamento imobiliário
A indústria da construção civil considerou positiva a mudança na remuneração da caderneta de poupança, cujos novos depósitos serão corrigidos por 70% da taxa básica de juros (Selic) sempre que ela for igual ou menor a 8,5% ao ano. Além de deixar de ser uma trava para a queda dos juros, permitirá a redução dos custos de financiamento imobiliário.

"Foi uma medida extremamente benéfica para a indústria da construção. A poupança vai continuar sendo competitiva e vai ter recursos mais baratos para financiamentos mais baratos", acredita Rubens Menin, presidente da MRV.

Para Cláudio Bernardes, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), apesar de ser uma mudança necessária, é preciso lembrar que as aplicações já existentes permanecem com a regra atual de rentabilidade, com juros fixos de 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a variação da Taxa de Referência (TR). "A partir do momento que a Selic cair, a remuneração da poupança vai ser inferior somente para os novos depósitos, toda a massa de recursos vai ser remunerada pela forma antiga. Então, como o percentual de novos depósitos em relação ao todo é muito pequeno, no global esse custo não vai ser significativo", afirma.

Isso significa, portanto, que a poupança continua a ser atrativa e não vai afastar os investidores pra outras aplicações. "A poupança tem um público fiel. Hoje temos juros de 6% ao ano, mas se tinha juros reais de 40% ao ano em épocas passadas e nem por isso a poupança deixou de ter recurso lá. É um investimento para quem busca segurança, facilidade de aplicação e visibilidade do rendimento. A mudança não vai trazer nenhum problema para o setor", opina Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

A indústria da construção civil considerou positiva a mudança na remuneração da caderneta de poupança, cujos novos depósitos serão corrigidos por 70% da taxa básica de juros (Selic) sempre que ela for igual ou menor a 8,5% ao ano. Além de deixar de ser uma trava para a queda dos juros, permitirá a redução dos custos de financiamento imobiliário.

"Foi uma medida extremamente benéfica para a indústria da construção. A poupança vai continuar sendo competitiva e vai ter recursos mais baratos para financiamentos mais baratos", acredita Rubens Menin, presidente da MRV.

Para Cláudio Bernardes, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), apesar de ser uma mudança necessária, é preciso lembrar que as aplicações já existentes permanecem com a regra atual de rentabilidade, com juros fixos de 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a variação da Taxa de Referência (TR). "A partir do momento que a Selic cair, a remuneração da poupança vai ser inferior somente para os novos depósitos, toda a massa de recursos vai ser remunerada pela forma antiga. Então, como o percentual de novos depósitos em relação ao todo é muito pequeno, no global esse custo não vai ser significativo", afirma.

Isso significa, portanto, que a poupança continua a ser atrativa e não vai afastar os investidores pra outras aplicações. "A poupança tem um público fiel. Hoje temos juros de 6% ao ano, mas se tinha juros reais de 40% ao ano em épocas passadas e nem por isso a poupança deixou de ter recurso lá. É um investimento para quem busca segurança, facilidade de aplicação e visibilidade do rendimento. A mudança não vai trazer nenhum problema para o setor", opina Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).(PINweb)

0 comentários:

Postar um comentário

  © Blogger template On The Road by Ourblogtemplates.com 2009

Back to TOP