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Preço médio de apartamento na capital mineira é R$ 302 mil

terça-feira, 13 de setembro de 2011

No 1º semestre, mercado imobiliário movimentou R$ 4,2 bi em BH


Residencial. Apartamentos, que respondem por 68,5% do total das vendas de imóveis, movimentaram R$ 2,9 bilhões no 1º semestre 

 De janeiro a junho, o volume de imóveis residenciais e comerciais vendidos em Belo Horizonte caiu 4,3% em relação ao primeiro semestre do ano passado, de 15.748 unidades para 15.062. 

 Nesse mesmo período, o preço médio, só dos apartamentos, subiu 22,37%, de R$ 237 mil para R$ 290 mil. Se a comparação considerar apenas o mês de junho, que neste ano registrou média de R$ 302,17 mil, o aumento é ainda maior e chega a 28,5%, em relação aos R$ 235,20 mil de junho de 2010. 

Os dados foram divulgados ontem pela Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG). Segundo o presidente da CMI/Secovi, Ariano Cavalcanti, a explicação para tamanha alta nos preços ainda é a forte demanda por imóveis. "A quantidade de linhas de financiamento incentivam a procura e pressionam o mercado a vender mais", justifica. 

 Já a queda no número de transações, Cavalcanti explica que só houve redução porque a pesquisa não considera os imóveis vendidos na planta. "O levantamento usa como base o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) de janeiro a junho de 2011, os imóveis vendidos ainda na planta só vão impactar nessas estatísticas daqui dois anos, aproximadamente", afirma. 

 Na avaliação de Cavalcanti, os preços tendem a se estabilizarem. "Já podemos perceber que os apartamentos estão subindo em um ritmo menor. A taxa foi de 22% em 2010 e, para 2011, projetamos um aumento entre 19% e 20%", estima o executivo. 

 Faturamento. 
No primeiro semestre, o mercado imobiliário de Belo Horizonte movimentou R$ 1 bilhão a mais. Foram R$ 4,2 bilhões em vendas de imóveis residenciais e comerciais, valor 29% maior em comparação ao mesmo período de 2010, quando o mercado movimentou R$ 3,2 bilhões. 

 Só os apartamentos foram responsáveis por R$ 2,9 bilhões, ou seja, 68,5% do total movimentado pelo setor. Considerando que foram 1,18 milhão de metros quadrados vendidos, cada metro quadrado saiu em média por R$ 2.450. 

 De janeiro a junho de 2011, foram vendidos 9.997 apartamentos e 1.729 casas em Belo Horizonte, o que representou 80,37% do valor total de imóveis comercializados na cidade, que incluem barracões, vagas residenciais e comerciais, salas, lojas, lotes vagos e galpões. 

 Em seguida, no ranking de vendas, vieram lotes vagos (6,02%), galpões (5,73%), lojas (3,79%) e salas ( 2,94%). 





IGP-M 
Inflação do aluguel acelera Rio de Janeiro e São Paulo. Mais um indicador mostrou inflação em alta para setembro. A primeira prévia do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar aluguel, quase dobrou de agosto para setembro, saltando de 0,22% para 0,43%. 

Pressionado por minério de ferro e alimentos mais caros, a primeira prévia de setembro antecipa inflação mais pressionada até o final do ano. 

 Alimentos em alta devem puxar para cima preços atacadistas e varejistas em setembro, na avaliação do analista da Link Investimentos Thiago Carlos. Por sua vez, especialistas da consultoria Tendências, Silvio Campos Neto e Bruno Brito, alertaram que a prévia de setembro sinaliza altas preocupantes nos próximos meses. 

Para 2011, a projeção da consultoria é de 6,2% para o IGP-M; e 6,6% para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acima do teto da meta inflacionária (6,5%). 

 Enquanto o IGP-M é calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o IPCA é elaborado pelo IBGE, e usado como referência para a meta. No ano passado, o IGP-M fechou em 11,32%; e o IPCA, em 5,91%. Na primeira prévia, os sinais de inflação em alta são perceptíveis tanto no atacado quanto no varejo.

(Fonte:JornalOTempo10-09/11)

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