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FGV lança índice de rentabilidade de imóveis comerciais

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Indicador batizado de IGMI-C registrou variação de 33,5% no último trimestre de 2010, frente ao mesmo período de 2009



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Nesta primeira divulgação, foram calculados também sub-índices específicos para São Paulo e Rio de Janeiro
Foi lançado no dia 11 de fevereiro, na sede da BM&FBovespa, em São Paulo, o primeiro índice oficial de rentabilidade do setor imobiliário brasileiro. Batizado de IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário - Comercial), o indicador foi desenvolvido pelo Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) com a colaboração de 26 entidades representantes de empresas do mercado imobiliário e financeiro e de fundos de pensão.

O IGMI-C foi lançado com uma série histórica que se inicia no ano 2000 e vai até o final de 2010. O indicador será divulgado a cada três meses e é apresentado em três versões: retorno da renda (aluguel), retorno do capital e retorno total - que une os dois primeiros resultados.

A variação do IGMI-C no quarto trimestre de 2010 frente ao mesmo período de 2009 foi de 16,4% no capital, 15,2% na renda e 33,5% no total. "É uma taxa alta que, justamente, quantifica o sentimento geral de que havia uma grande valorização no mercado imobiliário no Brasil", afirma Paulo Picchetti, pesquisador do Ibre/FGV e responsável por coordenar o desenvolvimento do índice.(piniweb)

Divulgação: FGV

Estão abarcados todos os Estados brasileiros, mas a maior parte da amostra se concentra em São Paulo (37%) e no Rio de Janeiro (26%). O cálculo é feito com base em informações fornecidas por investidores institucionais e agentes do mercado imobiliário, como entidades de classe, consultores, gestores de ativos, incorporadores, entre outros.

Até o último trimestre de 2010, a amostra contava com 190 imóveis divididos em escritórios, shopping centers, hotéis, estabelecimentos comerciais, imóveis industriais e de logística e outros. As maiores concentrações estão em escritórios, que compõem cerca de metade da amostra, e shopping centers, com 25% do total.

Nesta primeira divulgação, foram calculados também sub-índices específicos para escritórios e shopping centers e para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Pichetti acrescenta que outros desdobramentos podem ser feitos, mas dependem da quantidade de informações na amostra. "A ideia é atrair mais participantes. Inclusive, o aumento da amostra vai possibilitar obter um nível de precisão ainda maior", comenta.
Durante o evento de lançamento, o pesquisador convidou a contatarem a FGV todas as empresas e entidades interessadas em se tornarem informantes.
A FGV está desenvolvendo também um índice de rentabilidade para o segmento residencial, ainda sem data prevista para lançamento.
Divulgação: FGV

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