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Mercado Imobiliario em Maringa - PR aquecido

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

  • Ao lado da UEM, na Rua Lauro Werneck, mais um prédio é erguido
    As empreendedoras do ramo imobiliário de Maringá já entenderam que a cidade se tornou um polo educacional há muito tempo. A ótima qualidade de ensino e as opções de cursos, bem como de universidades, atraem estudantes de diferentes regiões do Brasil, movimentando ainda mais o setor de locação e compra de imóveis na cidade.
    Para citar um exemplo, na Zona 7 e em bairros próximos da Universidades Estadual de Maringá (UEM), prédios voltados ao público estudantil são erguidos a todo instante. A procura por imóvel, seja para compra ou locação, é acirrada por lá. Segundo Claudiomar Sandri, proprietário e gerente da Imobiliária e Construtora Sandri, o mercado imobiliário nesses bairros está aquecido.
    O gerente conta que os principais consumidores deste tipo de imóvel são principalmente os investidores, que adquirem apartamentos para locar posteriormente, pais de estudantes universitários, jovens recém-casados que procuram um imóvel menor e mais em conta e ainda pessoas que querem morar sozinhas.
    Por já haver muitas quitinetes nas regiões onde os estudantes costumam morar em Maringá, o mercado imobiliário vem apostando também em modelos de imóveis compactos, com cerca de 40 metros2 e com um quarto, ou então com dois quartos, medindo um pouco mais de 70 metros2.


    Um bom negócio
    Investir em imóveis, seja em bairros próximos às universidades, seja em qualquer outra área, é um bom negócio em Maringá e une uma série de vantagens ao investidor.
    De acordo com Sandri, o imóvel pode ser usado para os filhos estudarem e ainda ser locado ou vendido facilmente posteriormente, caso o jovem queira se mudar do local. "Por ser mais barato, esse tipo de imóvel (compacto) tem bastante liquidez no mercado. Além disso, a procura para a locação é interminável".
    O empresário do ramo imobiliário tem notado também que a vinda de universitários de outras localidades, por vezes, geram ainda outros negócios. Há vários casos de pais que também se simpatizam com a cidade e, tendo o desejo de ficar mais próximos dos filhos, resolvem comprar o segundo imóvel para fixar residência no município.

    Locação é disputada
    O professor Murilo Citelli Dutra, 25, resolveu morar em Maringá há quatro anos. Cansado de ir e voltar todos os dias de ônibus, mudou-se de Santa Fé (a 50 quilômetros de Maringá) e procurou um apartamento na zona 7 para morar.

    Assim como muitos estudantes, reuniu amigos e parentes para formar uma república e assim dividir as contas mensais de água, luz, condomínio e aluguel.
    Há um ano, Dutra teve de se mudar, o que, segundo ele, não foi tarefa das mais fáceis. "Não é fácil achar apartamento bom e barato, especialmente nesta área que tem os imóveis supervalorizados. Além disso, alguns locatários têm restrições em alugar imóveis para repúblicas", recorda-se o professor, que hoje divide apartamento com a irmã (universitária), um primo (que faz o ensino médio em uma escola particular) e com um colega (aluno de mestrado), todos vindos de Santa Fé.
    Mas, Silvinho Iwata Neto, que atua no setor de locações da Imobiliária Silvio Iwata, não vê motivos para recriminar os estudantes que desejam formar república. Para ele, desde que atendam a todos os requisitos exigidos na hora de fechar o contrato de locação, não há porque não alugar o imóvel.
    Ele calcula que cerca de 20% do total de locações fechadas na imobiliária onde atua seja direcionada ao público estudantil, que quer morar principalmente próximo à UEM e ao Centro Universitário de Maringá (Cesumar). A procura é tão grande por imóveis que, na zona 7, há lista de espera por residências.
    Aluga-se
    O preço médio do aluguel de apartamentos na zona 7 varia entre R$ 500 e R$ 700. (

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