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Mercado imobiliário do Ceará cresce 30% em janeiro

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

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Todos os tipos de imóvel, de acordo com Apollo Scherer, tem tido incremento nas vendas e aluguéis em janeiro 
FOTO: KID JÚNIOR
No primeiro mês do ano, consumidor cearense retoma busca por novos lares e bens imóveis na Capital

Mal termina o ótimo ano de 2010 para o setor imobiliário, 2011 já começa com mercado aquecido. No primeiro mês do ano, as vendas e aluguéis já devem superar em 30% o mês imediatamente anterior, de acordo com o presidente do Creci-CE (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Ceará), Apollo Scherer. O crescimento é apontado como normal no período, já que dezembro costuma ter um freio na demanda, devido às festas e compras de fim de ano.

De acordo com o presidente do Creci, o desempenho do mês de janeiro tem sido também superior ao mês de novembro, que já havia sido acima das expectativas para o setor. "Temos feito reuniões, e concluimos que tem aumentado bastante a busca por imóveis. No mês de dezembro, tradicionalmente, a procura fica reprimida, por conta do fim das festas, das compras, há uma queda nas vendas. Mas em comparação a novembro, que já foi positivo, calculamos um número de vendas e aluguéis 15% maior", analisa.

Para João Carlos Gondim, diretor da imobiliária A Predial, o crescimento nas vendas esse período ano já era esperado. "Janeiro é o mês conhecido como sucesso de vendas e locação aqui na empresa e os resultados podem ser medidos, entre outros fatores, pela ampliação dos negócios, pelo aumento e capacitação dos colaboradores", comemora.

Para o Leste
Seguindo a mesma tendência do ano passado, a busca por imóveis em Fortaleza tem sido maior para o lado Leste da Cidade. Mas para Apollo Scherer, outros bairros também tem aparecido com bons negócios, como Maraponga, Montese e Mondubim. "Existe imóvel para vendas em todos os segmentos e em todos os bairros. Tem havido muita procura pelo Minha Casa Minha Vida". "A região Leste é a mais procurada, mas Maraponga, Montese e Mondubim também tem movimento forte", explica Sherer.

No ano passado
Em 2010, por exemplo, a A Predial incrementou em 25% o volume de vendas e de locações em janeiro quando comparado ao mesmo período de 2009. "Ano passado, o mercado se manteve em alta durante quase todo ano. Alcançamos números além das nossas metas quanto a locações e a vendas tanto de imóveis avulsos como de lançamentos", destaca João Carlos Gondim, diretor da imobiliária A Predial.

Em 2011
Com o ano começando de forma positiva, a estimativa do setor imobiliário é de vendas ainda maiores que o ano passado. "A expectativa é que o mercado cresça 10% em média em relação a 2010, que já foi acima da expectativa. O nível de vendas deve se manter bem alto. É o que prevê as imobiliárias e corretoras da capital cearense", afirma Scherer.

ATÉ JULHO
Procura por imóveis para locação será mais difícil
Apesar de afirmar que o crescimento no número de negócios tem sido parelho tanto para venda como para aluguéis de imóveis, Apolo Scherer, presidente do Creci-CE destaca que a procura pelo imóvel próprio tem sido maior e- alerta a escassez de bens para aluguel nos próximos meses. "Cresceu muito a procura para comprar imóveis do que para alugar. A locação já está mais escassa. Vai faltar imóvel até julho para alugar. Por um lado temos aumento de preços nos aluguéis, já por outro lado já há uma escassez. Várias pessoas também estão querendo comprar imóveis para deixar alugado", explica.

Mas outro fator que tem incentivado o consumidor na busca da casa própria é o crédito mais fácil que se tem nos últimos anos em comparação ao passado. Mesmo pagando uma prestação por décadas, as pessoas tem percebido que esse valor pode ser até menor que o aluguel, além de que o valor está sendo referente a um bem próprio do consumidor.

É o caso da pedagoga Vilany Capistrano, que comprou um apartamento no bairro Cajazeiras em novembro do ano passado. "Resolvemos comprar em vez de alugar. Prefiro pagar a prestação para um coisa que é minha", explica.

Vilany avalia como descomplicada a busca pelo financiamento. "A Caixa Econômica veio avaliar o imóvel e liberou o dinheiro. Não teve problema. A parte burocrática a pessoa resolveu toda a papelada. O preço valia a pena e cabia no bolso. Procuramos durante um mês. Quase fechamos em outro condomínio. As prestações são decrescentes. Fizemos o financiamento para pagar em 30 anos", conta a pedagoga.(Diariodo NE)

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