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Imóveis da região metropolitana de SP tendem a se valorizar mais

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Os imóveis da região metropolitana de São Paulo ainda não atingiram um valor máximo e tendem a se valorizar cada vez mais, segundo prevê o diretor presidente da Viatcon Participações e especialista em mercado imobiliário, Alexandre Lafer Frankel.

De acordo com ele, a procura por imóveis na região ainda é grande, visto que, atualmente, muitas pessoas adquirem imóveis como forma de investimento, por conta da valorização do bem ser mais garantida do que as demais aplicações oferecidas por bancos e corretoras de ações.

Dessa forma, aposta, embora em ritmo menos acentuado, quem quiser comprar um imóvel em São Paulo e região continuará pagando caro em 2011. “Cenário seguirá firme em 2011. O País continua gerando riqueza e o fluxo de capital é robusto”, diz.

Secovi
Na opinião do presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana, o aumento do poder de compra da população, o acesso ao crédito e a escassez de terrenos, cujos preços evoluem cerca de um a dois pontos percentuais ao ano acima da inflação, contribuíram para a valorização imobiliária ocorrida nos últimos anos, especialmente em alguns locais mais procurados.

Contudo, a tendência, diz ele, é de estabilidade, sobretudo no valor médio dos imóveis de alto padrão.

“Os preços se realinharam depois de muito tempo, de um mercado paralisado no país (entre as décadas de oitenta e meados dos anos noventa) (…) Há locais em São Paulo que valorizam muito porque têm pouquíssima oferta e muita demanda”, avalia Crestana.

Preços
Levantamento do próprio Secovi revela quais foram as ruas que tiveram os lançamentos de imóveis residenciais mais caros da cidade de São Paulo em 2010.

Com o preço médio do metro quadrado de área útil atingindo R$ 11.185 a Rua São Tomé na Vila Olímpia, foi a mais cara do ano. Em seguida, aparecem a rua Hermano Ribeiro da Silva, na Vila Mariana, com o metro quadrado de área útil a R$ 10.851;e a Alameda dos Uapés – Planalto Paulista (R$ 10 mil).

As ruas Leopoldo C Magalhães Júniori (R$ 9.576) e Benedito Lapin (R$ 9.560),ambas no Itaim Bibi, ocupam a quarta e a quista colocação das ruas mais caras de São Paulo em 2010.

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