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Venda de imóveis vai superar R$ 2 bi no Nordeste

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Valor projetado é cerca de 40% maior do que o obtido com os negócios do setor imobiliário no ano anterior

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O aquecimento da economia brasileira contribuiu para o crescimento nas vendas do segmento imobiliário, entretanto a escassez de mão-de-obra ainda é um gargalo a ser vencido

O mercado imobiliário nunca esteve tão bem. E a confirmação da boa fase deve acontecer até o fim do ano, quando espera-se que o segmento supere a cifra de R$ 2 bilhões em negócios durante o ano de 2010. O valor foi projetado pelo diretor executivo da Bolsa de Soluções Imobiliárias, Sílvio Oliveira, que participa do 46º Encontro da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário (ABMI), evento que ocorre até sábado em Fortaleza no Hotel Gran Marquise.


Com isso, o mercado de imóveis do Ceará deverá crescer cerca de 40% com relação a 2009, bem acima da média nacional, a qual deve alcançar expansão entre 7,5% e 8% no ano.

"Somente no primeiro semestre, o faturamento do setor imobiliário atingiu R$ 1 bilhão. Se consideramos a manutenção desses números, estaremos falando de um crescimento de 36%. Ocorre que esses números já ficaram para trás. A alta deverá ser de 40%, com mais de R$ 2 bilhões em negócios", afirma Oliveira. Para a presidente da ABMI, Virgínia Duailibe, o bom momento se deve, de fato, ao aquecimento da economia brasileira. "É um sentimento que todos nós temos. Esse crescimento se deve à economia aquecida e a um grande número de lançamentos. E a demanda tem correspondendo a isso. Além disso, imaginávamos que o governo iria precisar encarar de frente o nosso déficit habitacional, como temos visto com o Minha Casa, Minha Vida. Em outra mão, temos o mercado da classe média e da classe média alta em ascensão", relata Duailibe.

Para a titular da associação, a grande preocupação do setor, tanto no Ceará como no País, é a possível escassez de mão-de-obra. "Essa falta pode trazer coisas não esperadas, como atrasos em obras. As próprias construtoras estão contratando e treinando para suprir esse momento de muitos lançamentos. E essa escassez de trabalhadores não é restrita a operários. Ela vai do calculista ao profissional de acabamento", explica.

Visando fortalecer ainda mais o setor, o foco agora é entrar fortemente nas redes sociais, como o Twitter. "Seria o primeiro contato entre a empresa e o cliente, para tirar dúvidas, por exemplo", detalha Virgínia Duailibi.(DiariodoNordeste)

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