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Setor imobiliário no DF continua em expansão

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Preço do metro quadrado no Plano Piloto é um dos mais caros da cidade


Pesquisa realizada pelo Sindicato da Habitação no Distrito Federal (SECOVI-DF), entre os meses de agosto e setembro, aponta que o mercado imobiliário da Capital Federal continua aquecido. O Plano Piloto continua com um dos metros quadrados mais elevados do DF, cerca de R$ 7 mil para apartamentos de dois dormitórios. O dado foi divulgado no boletim de conjuntura imobiliária elaborado pelo SECOVI-DF em parceria com a empresa júnior Econsult, ligada ao departamento de economia da Universidade de Brasília (UnB).

Águas Claras é considerada a região que possui a maior rentabilidade com alta de 0,48% e 0,45% para as quitinetes e os apartamentos de um dormitório, respectivamente. O resultado é visto como um incremento do poder aquisitivo da classe C. Os imóveis em Águas Claras são uma boa alternativa para quem deseja investir em moradia.

No estudo de imóveis residenciais à venda, o Sudoeste continua bastante valorizado tanto na venda quanto no aluguel. Um apartamento de quatro dormitórios pode ser vendido por até R$ 1,5 milhão e o aluguel gira em torno de R$ 5 mil. As casas possuem valores expressivos e variam entre o Cruzeiro, Guará e Núcleo Bandeirante. O menor preço de uma casa no Cruzeiro é de R$ 595 mil.

No setor de imóveis comerciais, os maiores preços de venda e aluguel são encontrados em Águas Claras e Brasília. O aluguel de uma sala comercial na localidade custa cerca de R$ 1,5 mil. O custo de uma loja em Brasília varia conforme a localização, entre R$ 484 e R$ 280 mil de acordo com a metragem. Já os financiamentos destinados ao setor habitacional continuaram em alta, com variação positiva de 3,9%. O fato comprova a permanente expansão do mercado imobiliário no Brasil e no DF.

Mercado e construção
A Fundação Getúlio Vargas divulgou, na quinta-feira (18), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel. O resultado apresentou variação de 0,79%, nos primeiros dez dias de novembro. Comparado ao mês anterior, a variação foi de 0,75%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve, nos primeiros dez dias de novembro, taxa de 0,22%. Nos primeiros dez dias de outubro, a taxa foi de 0,12%. O índice que calcula o custo da mão de obra registrou variação de 0,39%, nos primeiros dez dias de novembro. No levantamento do mesmo período do mês anterior, o índice não teve variação. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou alteração de 0,07%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,24%.(TribunadoBrasil)

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