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Novas regras no IPTU preocupam mercado imobiliário de BH

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O projeto de lei da Prefeitura de Belo Horizonte com nova fórmula de cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), que começa a tramitar quinta-feira na Câmara Municipal, foi recebido com preocupação pelo mercado imobiliário da capital. A maior apreensão é com o impacto no bolso do contribuinte. “Estamos num pós-crise e o momento não é o melhor para acumular mais custos”, adverte o Otimar Bicalho, dirigente da Câmara do Mercado Imobiliário (CMI) e do Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário (Secovi-MG).
O empresário admite a necessidade de atualização da planta básica de valores da cidade. “É preciso refazer toda planta, senão as distorções nunca acabam. A PBH faz sua defesa de que o projeto não aumenta a alíquota do IPTU, mas a reduz, com aplicação do efeito cascata. Porém, na prática, se aprovadas as novas regras, o impacto será grande no bolso do contribuinte da Região Centro-Sul, que é a classe produtora, que gera empregos e sustenta o município”, criticou.
O empresário Fabiano Taylor, vice-presidente da Rede Imvista de Imóveis, prevê que o classe média-baixa vá sofrer o maior impacto com a aprovação do projeto de lei. “O público A/B não leva em consideração o valor do IPTU na aquisição do imóvel. A classe D/E busca a moradia que cabe no seu orçamento, seja para compra ou locação. Para o público C, o imposto é fator de decisão, e vai interferir na escolha por um imóvel mais bem localizado”, acredita.

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