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Impulso decisivo ao mercado imobiliario

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ renova fôlego do setor imobiliário após a crise internacional, com incentivo à compra por famílias com renda de até 10 mínimos. Caixa já registra mais de 60 mil unidades no País, 22 mil no Rio
Rio - O programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ está impulsionando o mercado imobiliário, que ficou muito prejudicado com a crise financeira mundial, e garantindo que os corretores possam ter um salário praticamente fixo todo mês. Essa tendência pode ser verificada nos números divulgados até o dia 18 pela Caixa Econômica Federal: 60.800 unidades no País para famílias com renda de até 10 salários mínimos (R$ 4.650). No Estado do Rio de Janeiro, as propostas enviadas à instituição já somam 22 mil habitações.
Dados da Caixa revelam ainda que o maior número de propostas de unidades (10.249) está na faixa de seis a 10 mínimos (R$ 2.790 a R$ 4.650). Para as famílias com renda de até três pisos (R$ 1.395), são 20 empreendimentos, com 4.516 imóveis. Para esse público, a prestação mínima é de R$ 50, com financiamento em 10 anos. Já as ofertas entregues na instituição para famílias que ganham de três a seis mínimos somam 7.238 unidades.
Segundo Alexandre Fonseca, diretor da Basimóvel, do Grupo Brasil Brokers, só a imobiliária tem 4 mil unidades para serem lançadas até o mês de dezembro. “O percentual de conversão em vendas é alto, mas a maior dificuldade é convencer esse público de que pode comprar porque grande parte conta com subsídio (desconto) de até R$ 23 mil”, explica.
Ele lembra que, antes do programa na modalidade crédito associativo, a taxa de juros era de 8,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial) para pagamento num prazo de 240 meses. Nesse caso, a renda familiar exigida ficava em R$ 3.600. “Com o programa, a renda caiu para quatro salários mínimos (R$ 1.860). Uma significativa redução de R$ 1.740”, ressalta Alexandre Fonseca.
Corretores também agradecem
O programa habitacional do governo também tem contribuído para manter o emprego de milhares de corretores, que não têm salário fixo e vivem das comissões dos imóveis vendidos. A corretora Rita Simone da Silva Santos, 33 anos, disse que, antes do ‘Minha Casa, Minha Vida’, vendia no máximo três apartamentos por mês. Agora, conta que já tem praticamente um salário fixo. “As pessoas estão realmente conseguindo realizar o sonho da casa própria”, constata Rita. Para Fábio Mello, da Estrutura Consultoria Imobiliária e correspondente bancário da Caixa, há um novo público chegando ao mercado e as construtoras já se mobilizam para atendê-lo.(ODia)

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