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Brasil Brokers quer ampliar sua participação no mercado imobiliário

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Fundada em 2005 por sete imobiliárias da capital mineira, a Rede Morar posicionou-se rapidamente como a maior rede imobiliária de Minas Gerais. Só no estado, são 45 pontos de venda. Em 2008, a empresa foi adquirida pela Brasil Brokers, um dos maiores grupos de consultoria imobiliária da América Latina. A expansão, iniciada por São Paulo, chega agora ao Rio de Janeiro, como conta Julio Pina, vice-presidente comercial e de marketing da Brasil Brokers.

Qual a estratégia da Brasil Brokers para a chegada da Rede Morar no Rio?
Julio Pina: A rede tem um papel fundamental na estratégia firmada pela Brasil Brokers de ampliar sua participação no mercado imobiliário do Rio. Hoje, somos líderes em vendas de imóveis prontos no país e, por meio da Rede Morar, vamos consolidar essa posição com uma estratégia agressiva de crescimento. Em quatro anos, o projeto tornou-se um dos maiores do Brasil e segue uma tendência de mercado que já é realidade nos Estados Unidos.
Que tendência é essa?
Pina: Lá fora, dificilmente você encontra uma imobiliária que não esteja ligada a uma rede. É esse modelo que vai prevalecer nos próximos dez anos. Para participar, as imobiliárias pagam uma taxa fixa e repartem comissões quando fecham operações entre si. Na Rede Morar, as vendas das empresas credenciadas são potencializadas em 30%. E ainda há outras vantagens, como redução dos custos operacionais, benefícios em negociações com fornecedores etc.
Como está sendo o início da operação da rede no estado?
Pina: A Rede Morar iniciou sua operação carioca com 12 pontos de venda. A ideia é chegar a cem, no prazo de cinco anos. Atualmente, são dez imobiliárias cadastradas, incluindo a Patrimóvel-Niterói, uma das subsidiárias da Brasil Brokers. Temos uma oferta de 6,5 mil imóveis usados e 64 empreendimentos em lançamento. Esses números, contudo, aumentam a cada dia.
Ou seja, o mercado imobiliário carioca está favorável?
Pina: Está bem perto dos patamares pré-crise. A queda dos juros, o afastamento do fantasma do desemprego, e o programa federal “Minha Casa, Minha Vida” despertaram o interesse do investidor por imóveis, residenciais e comerciais. A diferença é que o negócio está mais refinado, ou seja, é preciso acertar o produto. Não há espaço para erros. O mercado de lançamentos está tendo um ótimo desempenho. Para se ter uma ideia, fizemos um lançamento recente na Tijuca. Todas as 56 unidades, de três e quartos, foram vendidas num único fim de semana. Ainda no segundo semestre, a Basimóvel, subsidiária da Brasil Brokers, vai lançar seis mil unidades.
Quais os projetos da Rede Morar a nível nacional?
Pina: A meta é passar dos atuais 80 pontos de venda no país para mil, em cinco anos. Vamos consolidar a presença no Sudeste para depois crescer em espiral, chegando a Espírito Santo; Brasília, que hoje é o terceiro maior mercado do Brasil; e Salvador. Vamos começar a olhar para as outras regiões a partir do final de 2010, que promete ser um ano forte. O Norte e Nordeste ainda são pouco explorados. Na semana que vem, vamos lançar o modelo de franquia da Rede Morar no Salão Imobiliário de São Paulo (Sisp).
A internet é o principal instrumento de vendas da rede?
Pina: O portal é um instrumento poderoso. Apenas em Minas Gerais são mais de 250 mil acessos por mês. Mais da metade (54%) são acessos diretos. E saímos na frente ao lançar o Morar Mobile, um portal adaptado para ser acessado por meio de PDAs (computadores de mão) e celulares. Mas há outras ferramentas que contribuem para incrementar os negócios, como o atendimento adequado aos perfis mais variados de clientes. Temos, por exemplo, a Rede Morar Prime, de imóveis de luxo, e a Corporate, de imóveis comerciais.(OGloboFlaviaMonteiro em 22-09-2009)

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