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Secovi: queda dos juros ajuda brasileiro a comprar imóveis

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

SÃO PAULO - O presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana, avalia com otimismo a projeção da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), que estima que o financiamento imobiliário com recursos da poupança deve fechar o ano com mais de R$ 30 bilhões emprestados.
"Esses números são bastante parecidos com os do ano passado, o que nos mostra que a crise não impactou muito o nosso setor. E isso, obviamente, é bastante positivo", afirma Crestana.
Segundo o presidente, até o final do ano, 300 mil imóveis devem ser financiados com recursos da poupança, enquanto o FGTS deve financiar mais de 200 mil. "Chegaremos ao fim de 2009 com 550 mil imóveis financiados, um número bastante positivo, considerando que tivemos um primeiro semestre em meio a uma crise".
Queda nos juros
Crestana atribui o bom momento às recentes reduções dos juros no crédito imobiliário."Os bancos públicos tem ajudado muito o setor ao reduzir os juros. Eles entenderam que, cobrando menos, conseguem um número maior de clientes e ganham na quantidade de contratos. E, ao reduzir, eles forçam também os bancos privados a reduzirem, afinal eles precisam se tornar competitivos. Outro ponto é que os bancos já perceberam que o cliente do crédito imobiliário é um cliente fiel por pelo menos 20 anos. Assim, eles estão dispostos a atrair esses clientes", explica.
O presidente do Secovi afirma também que, apesar dos cortes na taxa básica de juros não influenciarem diretamente nos créditos imobiliários, as reduções na Selic ajudam o setor.
"Quando a taxa básica fica menor, significa que os brasileiros gastam menos em todas as outras compras que fazem. Assim sobra dinheiro para pagarem a prestação de um imóvel, por exemplo, aumentando a demanda do setor".
E sobre a demanda, Crestana afirma que não há do que reclamar. "Temos uma demanda ótima. Faltam 8 milhões de habitações no País, o que significa que temos um mercado grande para atender. Com isso, vejo com otimismo o futuro do setor imobiliário".(Infomoney)

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