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Vendas de imóveis usados crescem

sexta-feira, 31 de julho de 2009

SÃO PAULO - No quinto mês do ano a venda de imóveis usados registrou um crescimento de 7,6% frente ao mês de abril, de acordo com a pesquisa realizada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo).Embora o crescimento seja positivo para o mercado imobiliário, a Cadmesp (Consultoria em Financiamentos Imobiliários) alerta para os transtornos que a compra de um imóvel usado pode trazer ao mutuário.
Para a consultoria, é necessária atenção na hora de assinar o contrato de financiamento, pois o que parece ser uma ótima oportunidade pode trazer prejuízos. Isso porque podem ocorrer casos em que a incorporadora, imobiliária ou cooperativa comercializam imóveis que estejam na lista de arresto do Ministério Público do Estado.
Arresto é uma medida cautelar que torna o bem disponível para garantir a execução futura de uma dívida. Tal medida é semelhante à penhora.
Cuidado com as taxas administrativas
Além do risco de o imóvel usado estar na lista de arresto, a Cadmesp alerta para outra dificuldade encontrada pelos mutuários: as taxas do financiamento. Segundo a consultoria, os contratos cujas taxas são calculadas pela Tabela Price oneram o financiamento e o saldo devedor.
Em abril, o juiz Djalma Moreira Gomes, da 25ª Vara Civil, do Tribunal da Justiça Federal de São Paulo, havia decidido que essa forma de cálculo deveria ser substituída pelo PES/CP (Plano de Equivalência Salarial por Categoria Profissional). Segundo a Cadmesp, essa decisão poderia reduzir em 50% o valor total do financiamento.
De acordo com a consultoria, o PEC/CP é a forma mais coerente de cobrança dos juros em financiamento, já que as prestações mensais são reajustadas no mesmo período e o percentual de reajuste é obtido conforme a categoria profissional do mutuário.
Usados de até R$ 160 mil são os preferidos
Segundo o Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), em maio, os imóveis usados mais comercializados foram os de até R$ 160 mil.
As vendas cresceram em três das quatro regiões do Estado em que a pesquisa é dividida: capital (+11,52%), o litoral (+27,59%) e as cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco (+94,83%). No interior, por sua vez, houve queda de 30,11%.
(Infomoney)

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