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IGP-M subiu 1,52% em setembro

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

IGP-M subiu 1,52% em setembro
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M)1
variou 1,52% em setembro, ante 0,70% no mês anterior.
Com este resultado, o índice acumula alta de 8,29% no ano e de 10,04% em 12 meses. Em setembro de
2017, o índice havia subido 0,47% e acumulava queda de 1,45% em 12 meses.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) acelerou de 1,00% em agosto para 2,19% em setembro. Na
análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais variou 1,00% em setembro, contra
-0,12% no mês anterior. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo combustíveis
para o consumo, cuja taxa de variação passou de 0,02% para 8,21%, no mesmo período. O índice
relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo,
registrou alta de 0,45% em setembro, ante 0,24% no mês anterior.
A taxa de variação do grupo Bens Intermediários avançou de 0,80% em agosto para 2,24% em
setembro. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a
manufatura, cujo percentual passou de 0,35% para 1,57%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido
após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 1,75% em setembro,
ante 0,83% em agosto.
O índice do grupo Matérias-Primas Brutas subiu 3,53% em setembro. Em agosto, o índice havia
registrado alta de 2,61%. Contribuíram para o avanço da taxa do grupo os seguintes itens: minério de
ferro (3,35% para 10,49%), soja (em grão) (2,80% para 5,01%) e milho (em grão) (3,68% para 5,74%). Em
sentido oposto, destacam-se os itens leite in natura (10,63% para -0,28%), cana-de-açúcar (0,33% para
-1,39%) e mandioca (aipim) (2,98% para 1,06%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,28% em setembro, ante 0,05% em agosto. Cinco das
oito classes de despesa componentes do índice registraram avanço em suas taxas de variação. A
principal contribuição partiu do grupo Transportes (-0,29% para 0,59%). Nesta classe de despesa, vale
citar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou -0,48% para 1,71%
Também apresentaram avanço em suas taxas de variação os grupos Educação, Leitura e Recreação
(-0,41% para 0,52%), Vestuário (-0,44% para 0,57%), Alimentação (-0,15% para 0,01%) e Despesas
Diversas (0,41% para 0,46%). As principais influências observadas partiram dos seguintes itens:
passagem aérea (-16,59% para 23,29%), roupas (-0,58% para 0,66%), hortaliças e legumes (-10,12% para
-5,61%) e alimentos para animais domésticos (-2,78% para 1,25%).
Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Habitação (0,54%
para 0,26%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,30% para 0,19%) e Comunicação (0,21% para 0,05%). Nestas
classes de despesa, os maiores recuos foram observados para os seguintes itens: tarifa de eletricidade
residencial (1,33% para 0,02%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,03% para -0,64%) e mensalidade
para TV por assinatura (3,24% para 0,10%).
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,17% em setembro, contra 0,30% em agosto. O
índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços ficou em 0,38%. No mês anterior, a taxa havia sido
de 0,65%. O índice que representa o custo da Mão de Obra não registrou variação pelo segundo mês consecutivo.

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Caixa reduz juros para crédito imobiliário e aumenta limite de financiamento para imóveis usados

segunda-feira, 27 de agosto de 2018


São Paulo — A Caixa reduziu em até 0,5 ponto percentual as taxas de juros do financiamento imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A mudança começou a valer a partir desta sexta-feira (24).(LEIA MAIS)

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Mercado imobiliário se transforma para manter--de ativo

domingo, 27 de maio de 2018

As mudanças no segmento refletem no comportamento de quem quer comprar imóvel para morar ou como investimento. Empresa segue antenada a essas transformações   Continue Lendo

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Reabertura de linha de crédito mais barata anima o mercado imobiliário baiano

sábado, 6 de janeiro de 2018



Juros no programa Pró-Cotista variam de 7,85% a 8,85% ao ano.


O anúncio da reabertura do programa Pró-Cotista destinada a trabalhadores com conta no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pela Caixa Econômica Federal trouxe expectativas positivas para o mercado imobiliário, embora o montante este ano seja de R$ 4 bilhões para emprestar aos cotistas, menos que os R$ 6,1 bilhões contratados na linha em 2017. A linha de crédito é a mais barata depois do Minha Casa Minha Vida, com taxas de juros que variam de 7,85% (clientes com débito em conta ou conta-salário) a 8,85% ao ano.

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IP-M Fica EM 0,10% em Agosto/17

quarta-feira, 30 de agosto de 2017


O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,10%, em agosto. Em julho, o índice variou -0,72%. Em agosto de 2016, a variação foi de 0,15%. A variação acumulada em 2017, até agosto, é de -2,56%. Em 12 meses, o IGP-Mregistrou taxa de -1,71%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

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Banco pode leiloar o bem e continuar cobrando débitos

Lei tira imóvel e mantém dívida

Pela nova regra, publicada nessa terça-feira (29), banco pode leiloar o bem e continuar cobrando débitos



Além de perder o imóvel para o banco, em razão do atraso no financiamento, num leilão, o mutuário continua devendo.

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